terça-feira, 16 de junho de 2009



O amor é para ser compartilhado.......



O pensador indiano Osho diz que "a alegria do amor só é possível se você tiver conhecido a alegria de estar sozinho, porque só então você terá algo para compartilhar". Isso é verdade, porque se você estiver num relacionamento esperando que o outro lhe traga felicidade, que o outro faça você se sentir especial, enfim, que o outro lhe complete, então é muito provável que você nunca seja feliz e que nunca faça seu parceiro feliz. Pois, obviamente, se você espera isso dele é porque não tem nada para oferecer. Tristemente ele também está esperando algo de você que nunca vem. São, portanto, duas pessoas tristes, sem nada, perdidas, esperando ser salvas. Mas como duas pessoas vazias podem completar uma à outra?





Quando nos apaixonamos....

Quando nos apaixonamos, nos sentimos adentrando um mundo novo, cheio de novidades. Queremos experimentar tudo, aproveitando cada novidade, cada momento ao lado daquele outro ser humano. Pois, misteriosos e imprevisíveis, estes novos parceiros vão sendo descobertos, analisados, catalogados em nossa mente e nossa vida começa a se ajustar de forma que nossas individualidades convivam harmoniosamente. Desse modo, concessões são feitas, assim como acordos, discussões e planejamentos.

É assim que aquela maré de emoção e paixão passa, deixando a suavidade do amor, da confiança e do respeito mútuos. Isso é muito bom até certo ponto, porque, curiosamente, acontece uma coisa estranha com grande parte dos casais: eles começam a perder energia, a se tornar monótonos, previsíveis e sem graça. Parece que chega um momento em que não há mais anda a falar.

Esta situação se dá quando começamos a nos acostumar tanto com a outra pessoa, que caímos no costumeiro erro de acreditar que a entendemos completamente, que sabemos exatamente como ela é, o que pensa, o que sente. Assim, munidos desta sensação, não a observamos mais com atenção, não percebemos suas nuances, suas mudanças e o que está de fato nos dizendo. Simplesmente paramos de nos comunicar com ela.

Isso decorre porque, pela força da convivência e, como consequência de nossa entrega inicial, acabamos perdendo muito da nossa individualidade, com o fim de nos ajustarmos à relação. Paramos de fazer certas coisas que eram nosso costume quando estávamos sozinhos, deixamos de ver algumas pessoas queridas. Nosso tempo livre acaba sendo direcionado para as atividades do casal, que no momento é nossa prioridade. Enfim, paramos de pensar em termos de "eu" para pensar em "nós". E este "nós"pode se tornar extremamente nocivo, pois perdemos a noção de como é bom estarmos sozinhos, de que no nosso silêncio e nas nossas atividades individuais, crescemos como pessoas. Sem isso, vamos morrendo por dentro até chegar ao instante em que nada mais temos a acrescentar ao outro. Afinal, ele vê tudo, sabe de tudo. O mistério se foi. Mesmo que você mude, a tendência é que seu companheiro projete em você julgamentos que podiam ser verdade antes, mas que não fazem mais sentido hoje. Desta forma, o sentimento de mágoa e incompreensão começa a minar o relacionamento, antes tão feliz, levando-os muitas vezes à separação.

sábado, 6 de junho de 2009


MULHERES POSSÍVEIS...



Texto na Revista do Jornal O Globo



'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.

Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou:

trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.

Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.

Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não

chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.

Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta,

não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável...

É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou

pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.

Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir...

Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa ndependência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo.

Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado

(ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.



Martha Medeiros - Jornalista e escritora

sexta-feira, 5 de junho de 2009

    "Hoje, acorde para vencer".

    * A auto mensagem positiva logo pela manhã é um estímulo que pode mudar o seu humor, fortalecer sua autoconfiança e, pensando positivo, você reunirá forças para vencer os obstáculos.

    * Não deixe que nada afete seu estado de espírito.

    * Envolva-se pela música, cante ou ouça.

    * Comece a sorrir mais cedo.

    * Ao invés de reclamar quando o relógio despertar, agradeça pela oportunidade de acordar mais um dia.

    * Bom humor é contagiante, espalhe-o.

    * Fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, com quem você encontrar.

    * Não se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que há de bom dentro de si mesmas.

    * Não viva emoções mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o máximo das pequenas coisas.

    * Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que você as estima e precisa delas.

    * Repense seus valores e de a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.

    * Tudo o que merece ser feito, merece ser bem feito.

    * Torne suas obrigações atraentes, tenha garra e determinação.

    * Mude, opine, ame o que você faz.

    * Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da "missão cumprida".

    * Lembre-se, nem todos tem a mesma oportunidade.

    * Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.

    * Transforme seus momentos difíceis em oportunidades.

    * Seja criativo, buscando alternativas e apresentando soluções ao invés de problemas.

    * Veja o lado positivo das coisas e assim você tornara seu otimismo uma realidade.

    * Não inveje. Admire!

    * Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu próprio.

    * Idealize um modelo de competência e faça sua auto avaliação para saber o que está lhe faltando para chegar lá.

    * Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu
    talento. Só assim não terá tempo para criticar os outros.

    * Não acumule fracassos e sim experiências.

    * Tire proveito de seus problemas e não se deixe abater por eles.

    * Tenha fé e energia, acredite. Você pode tudo o que quiser.

    * Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva, forte para vencer o medo e feliz para permitir a presença de momentos infelizes.

    * Não viva só para o seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura, cultive amigos. O trabalho é uma das contribuições que damos para a vida, mas não se deve jogar nele todas as nossas expectativas e realizações.

    * Finalmente, ria das coisas a sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida.

    "A gente começa a ser feliz quando e capaz de rir da gente mesmo¨.

    quinta-feira, 4 de junho de 2009






    SEXO NA VELHICE


    Em muitos levantamentos realizados
    fica evidenciado que os relacionamentos afetivo-sexuais têm sido considerados um domínio praticamente exclusivo das pessoas jovens, com boa saúde e fisicamente atraentes. A idéia de que as pessoas de idade avançada também possam manter relações sexuais não é culturalmente muito aceita, preferindo- se ignorar e fazer desaparecer do imaginário coletivo a sexualidade da pessoa idosa. Contudo, o amor e a sexualidade dos idosos em nada diferem na intensidade daqueles entre pessoas jovens. Apesar dos preconceitos, dos tabus e dos arcaicos estereótipos com que as pessoas idosas se deparam quando se trata de enamoramento e sexo entre parceiros da terceira idade, é necessário que se enfrentem esses desafios com a maturidade que a idade traz. Faz-se necessário, portanto, acabar com os mitos, romper com paradigmas obsoletos, para que o envelhecer seja compatível com uma boa qualidade de vida.





    O medo de amar

    Por Roberto Shinyashiki

    Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve.
    Todos os seres humanos possuem um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Talvez poucas pessoas estejam conscientes da importância que o amor tem ou pode ter em sua existência. Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a criar relacionamentos criativos.
    Infelizmente, porém, a realidade da maioria é o permanente estado de carência, de confusão emocional, de miséria afetiva. Vivem em solidão, isolados num apartamento, ou num casamento sem amor, ou em relações superficiais sem um envolvimento profundo.
    O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de não ser amado. Num mundo tão materialista, muitas pessoas se sentem envergonhadas de amar, como se fosse algo ridículo e bobo. Somos seres nascidos para o amor e, no entanto, negamos na prática nossa própria essência.
    Cada um de nós sabe que amar alguém pode provocar uma sensação de fragilidade e dependência; a presença do outro torna-se vital, e a possibilidade de ser abandonado a qualquer momento fica tão ameaçadora que, em geral, as pessoas optam pela saída mais fácil: sabotar a possibilidade de viver um grande amor.
    Eis aqui um dos grandes dilemas do ser humano: queremos viver um grande amor, mas procuramos o tempo todo destruí-lo. Certamente, as tentativas de destruição não são totalmente deliberadas e planejadas, porém o que conta é o resultado final.
    O medo de amar é uma praga, uma erva daninha que corrompe o coração da maioria das pessoas. E depois vêm as queixas de solidão, desilusão, sofrimento.
    Imagine o caso de uma amiga. Estamos numa segunda-feira e você vê, ao longe, no corredor da faculdade (ou da fábrica, escritório ou consultório), a sua amiga Sueli. Ela está esplendorosa, radiante. Sua aura brilhante está à mostra, pulsando com todo o vigor. Ao aproximar-se dela, você a cumprimenta com entusiasmo e pergunta o que está acontecendo.
    Ela responde que encontrou o homem de sua vida, alguém inteligente, culto, sensível, bonito, com uma conversa atraente, participativa, e um jeito másculo e sensual. Sueli fala do olhar meigo e penetrante do parceiro, do seu toque suave, de seus abraços (mais gostosos que um mergulho no mar em dia de sol) e, para completar, diz: “Não entendo como um homem tão especial ainda não se casou! Agora que o encontrei, tenho certeza de que vou fazer tudo para dar certo”.
    Ela se despede e você sai todo feliz, por ver que sua amiga, por fim, encontrou alguém capaz de motivá-la a amar e a viver um grande amor.
    Uma ou duas semanas depois, você a encontra outra vez e percebe que ela já não está tão radiante. Seus passos já não parecem tão firmes e, quando você lhe pergunta “Como está indo o namoro do ano?”, ela friamente responde: “Vai bem”.
    Você pensa: “Como um namoro com um homem tão sensacional pode ficar, em menos de duas semanas, simplesmente... bem?”
    Ela continua: “Estamos nos dando conta de um monte de desacertos. Acho que ele me tolhe muito; estou me sentindo sufocada, mas vamos levando”.
    Vocês se despedem, e uma série de imagens de relacionamentos com pessoas especiais que você amou e das quais, por causa dessa mesma sensação de sufocamento, se separou começa a aparecer na sua cabeça.
    Quando você a encontra alguns dias depois, ela está visivelmente de baixo-astral, com a aparência de que algo ruim aconteceu. Antes de você falar qualquer coisa, ela diz: “Não deu certo, nós nos separamos. Foi melhor assim; pelo menos nós nos respeitamos e não nos machucamos”.
    Sem mais comentários, ela se despede. Cada um vai para o seu lado e você continua pensando como pôde acabar, tão rápido, algo que tinha tudo para dar certo.
    Ou será que foi exatamente porque ia dar certo? Não terá sido justamente por causa do medo de que desse certo?
    O medo de amar existe.
    Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve.
    Certa vez, depois de um caso amoroso mal resolvido, um rapaz muito bem-sucedido nos negócios desabafou: “Meu coração secou e está fechado”. Em todas as ocasiões fazia o maior esforço para parecer seguro, autoconfiante. Estava convencido de que jamais deixaria alguém invadir novamente seu espaço, sua vida. Talvez imaginasse que, destruindo o amor antes mesmo de ele nascer, teria chances de sair “ileso” de qualquer relação. O medo de sofrer novamente por amor era tão grande que inviabilizava uma nova relação. Por medo de sofrer, condenou-se a sofrer todos os dias a dor da solidão.
    O melhor, sem dúvida, é estar atento para esse medo, dar um mergulho na própria vida e perceber que, no fundo, quando alguém está decidido a ficar sozinho por medo de ser abandonado outra vez, não consegue mais enxergar o amor e tampouco tem olhos para a pessoa amada.




    Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:

    - ‘Ah, terminei o namoro… ‘
    - ‘Nossa, quanto tempo?’
    - ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’
    - É não deu…?

    Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.

    E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

    Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.

    Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?

    E não temos esta coisa completa.

    Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.

    Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.

    Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.

    Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.

    Tudo nós não temos.

    Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.

    Pele é um bicho traiçoeiro.

    Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que
    é uma delícia.

    E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…

    Acho que o beijo é importante… E se o beijo bate… Se joga… Se não bate… Mais um Martini, por favor… E vá dar uma volta.

    Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.

    O outro tem o direito de não te querer.

    Não lute, não ligue, não dê pití.

    Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.

    Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.

    O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.

    Nada de drama.

    Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?

    O legal é alguém que está com você por você.

    E vice versa.

    Não fique com alguém por dó também.

    Ou por medo da solidão.

    Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.

    E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.

    Tem gente que pula de um romance para o outro.

    Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

    Gostar dói.

    Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.

    Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.

    E nem sempre as coisas saem como você quer…

    A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

    Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.

    Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

    Na vida e no amor, não temos garantias.

    E nem todo sexo bom é para namorar.

    Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.

    Nem todo beijo é para romancear.

    Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.


    Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?

    Arnaldo Jabor



    Ter amigos

    Quem conta com um ombro para desabafar vive mais, adoece menos e escapa da depressão. Cientistas da National Geographic Society e da Universidade de Minnesota, ambas nos Estados Unidos, comprovaram essa tese ao mapear os hábitos predominantes nas regiões onde vivem os povos mais longevos – Okinawa, no Japão; a ilha de Sardenha, na Itália; Loma Linda, nos Estados Unidos; e a península de Nicoya, na Costa Rica. A conclusão é que, ao lado da alimentação saudável e da atividade física, o lazer e as relações sociais são determinantes para prolongar a vida. Viver rodeado de amigos faz bem à saúde.








    Esta é uma fotografia de um artigo das «Selecções», que se chama “O abraço salvador” e relata um episódio da vida de duas gémeas, cujos primeiros dias foram passados em suas respectivas incubadoras, sendo que para uma delas não havia esperança de que sobrevivesse.
    A enfermeira chefe da unidade, contra todas as regras existentes, decidiu juntar as duas irmãs, e aquilo que aconteceu foi verdadeiramente espantoso e comovente: a bebé que se encontrava bem, abraçou a sua irmãzinha moribunda, conseguindo, com o calor do seu corpo, o milagre de lhe regular a temperatura e pulso, o que permitiu estabilizar o ritmo cardíaco da sua gémea...

    Aqui fica este testemunho da importância de um abraço e do bem que este pode fazer...

    segunda-feira, 1 de junho de 2009