domingo, 31 de maio de 2009
O Abraço cura:
O abraço é saudável.
Ajuda o sistema imunitário do Organismo Humano; mantêm-nos saudáveis, cura a depressão; reduz o stress; conduz ao sonho; é fortalecedor; é rejuvenescedor e não tem efeitos secundários desagradáveis.
O abraço não é mais nem menos do que uma medicina milagrosa.
O abraço é absolutamente natural, biológico, doce mas sem açucar, sem pesticidas, sem corantes nem conservantes, sem ingredientes artificiais e cem por cento integral.
O abraço é praticamente perfeito: é grátis, não derrama, não tem baterias que se descarregam, não necessita de controlos periódicos, tem baixo consumo de energia, produz muito vigor, é á prova de inflação, não engorda, não tem quotas mensais nem requisitos de seguro.
É á prova de roubos, não contamina e é totalmente reciclável.
Já se comprovou que todos necessitamos de contato físico para nos sentirmos bem, e uma das formas mais importantes de contato físico é o abraço.
Quando nos tocamos e nos abraçamos, levamos vida aos nossos sentidos e reafirmamos a confiança nos nossos próprios sentimentos. Algumas vezes NÃO encontramos as palavras adequadas para expressar o que sentimos; o abraço é a melhor maneira.
Há vezes que não nos atrevemos a dizer o que sentimos, seja por timidez ou porque os sentimentos nos avassalam; nesses casos pode-se contar com o idioma dos abraços.
Os abraços, além de nos fazerem sentir bem, empregam-se para aliviar a dor, a depressão e a ansiedade. Provocam alterações fisiológicas positivas em quem toca e em quem é tocado.
Aumenta a vontade de viver aos enfermos. É importante saber que: Os abraços são necessários para o desenvolvimento, manter-se são e para crescer como pessoa.
O que nos dá um abraço?
PROTEÇÃO O sentir-se protegido é importante para todos, mas é-o mais para as crianças e mais velhos, que frequentemente dependem do amor de quem os rodeia.
SEGURANÇA Todos necessitamos de nos sentirmos seguros. Se não o conseguimos, actuamos de forma ineficaz e as nossas relações interpessoais declinam.
CONFIANÇA A confiança faz-nos avançar quando o medo se impõe ao nosso desejo de participar com entusiasmo em algum desafio da vida.
FORÇA Quando transferimos a nossa energia com um abraço, as nossas próprias forças aumentam.
SAÚDE O contato físico e o abraço partilham uma energia vital capaz de sanar ou aliviar enfermidades
AUTO - VALORIZAÇÃO Através do abraço podemos transmitir uma mensagem de reconhecimento do valor e excelência de cada indivíduo.
Esta é uma fotografia de um artigo das «Selecções», que se chama “O abraço salvador” e relata um episódio da vida de duas gémeas, cujos primeiros dias foram passados em suas respectivas incubadoras, sendo que para uma delas não havia esperança de que sobrevivesse.
A enfermeira chefe da unidade, contra todas as regras existentes, decidiu juntar as duas irmãs, e aquilo que aconteceu foi verdadeiramente espantoso e comovente: a bebé que se encontrava bem, abraçou a sua irmãzinha moribunda, conseguindo, com o calor do seu corpo, o milagre de lhe regular a temperatura e pulso, o que permitiu estabilizar o ritmo cardíaco da sua gémea...
Aqui fica este testemunho da importância de um abraço e do bem que este pode fazer...


Elimine a tensão, as preocupações e as aflições, rindo-se das situações desagradáveis porque passa, o que libertará a sua mente de modo que esta pense com discernimento na solução que, certamente, surgirá. Nunca se leve demasiado a sério."

"A violência, seja qual for à maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota." (Jean-Paul Sartre)
Infelizmente, entramos na lista dos paises mais violentos do mundo. A violência urbana tem prosperado em nossa sociedade de uma forma assustadora. Assaltos dos mais estranhos modos e meios. Cada dia gente mais nova entra no meio da violência. Entre as estatísticas a violência familiar também entrou na mira, cresce de forma desordenada e não menos violenta. Parentes que por desagrado seqüestram outros, namorados que por não aceitar termino matam suas “amadas”. O mundo jaz no maligno. Não há mais como acreditar em quem quer que seja, olhamos para o próximo não como próximo, é o mais estranho quanto posso imaginar. Pessoas tinham “caras” de violentas, hoje podem ser pai, mãe, tios, amigos.
A violência sexual tem sido outra a atormentar pais e mães. Não podemos mais deixar nossos filhos com vizinhos, pois não mais sabemos que são não podemos confiar em parentes, pois eles estão com os de fora. Já não sabemos mais em quem confiar. Vivemos trancafiados dentro de nossas casas com medo que a invadem e nos tirem lá mesmo a vida. Vivemos um eterno medo, não andamos mais tranqüilos pelas ruas numa noite fria, saímos correndo e voltamos mais correndo ainda.
Perdemos o senso de perigo, pois tudo se tornou perigoso, não vamos ao banco, ao supermercado sossegado. Com dinheiro nem pensar, e pior nem a senha do cartão você tem direito a esquecer em um seqüestro relâmpago. Sua vida fica em risco se você tiver um colapso nervoso. Nem pense em reagir? É morte na certa, a menos que você queira matar o bandido e ele ser enterrado como coitado e você como bandido, porque agora é assim, você é o preso e eles o solto. É a chamada INVERSÃO DE VALORES.
Os especialistas em crimes dizem que não conseguem saber de onde vem tanta violência em tão pouco tempo e como se espalha tão rápido. Tenta-se de toda forma amenizar este mal, mas não acabará. Não adianta armar cada dia mais o sistema de segurança pública, nem fazer novos concursos e preparar megas policiais. O problema vai além. Ele esta muito mais relacionada à FÉ do homem do que a vida social que levamos atualmente.
Levamos para dentro de casa um consumismo que tomou o lugar de Deus em nossos corações, queremos mais do que podemos e achamos que podemos mais do realmente se pode. Assim enfrentamos tudo e todos por nada. Um celular, uma nota de dez reais. Entra-se em mansões e casebres apenas para mostrar “poder”. Poder de perturbar famílias e tirar a paz da população. Temos medo de crianças que em casa os nossos filhos da mesma idade tratamos como nosso filhinho. Lá fora são monstros. Atormentam satanicamente quem quer que seja. Até aqueles que geraram sua vida – a mãe.
Já é tempo de acordarmos, não podemos mais aceitar essa situação, não precisamos sair às ruas com faixas nem cartazes, não precisamos ir às televisões em debates loucos e acalorados. Precisamos nos voltar a quem pode mudar o coração do homem. Não conseguiremos jamais chegar aonde Cristo chega.
Em sua morte havia dois assassinos com ele, um abriu o coração e disse sim a Jesus teve seu coração transformado. Zaqueu, um publicano, riquíssimo, mas ladrão nos impostos se encontrou com Jesus teve sua vida mudada, sua família salva e seu nome registrado na história não como ladrão, mas como homem que teve a vida transformada por desejar ser diferente.
Escutamos muito que depois que o homem apronta todas ele vai e vira de Jesus. É assim mesmo. Jesus veio para os doentes, pois são eles que precisam de médicos. O caráter do homem precisa ser restaurado, precisamos encontrar alguém que preencha a alma e não somente os olhos de desejo.
Nossas crianças estão vazias vendo TV e seus desenhos violentos, vendo mães serem violentadas e serem violentas em consequência.
Não queremos ver mais crianças jogadas no lixo, nem abandonadas, mas as mães precisam ter um coração quebrantado, senão isso nunca vai mudar.
Jesus é a SOLUÇÃO, Ele é a única saída, mas é saída que não queremos, pois implica em mudança de vida e de atitudes. O crime pode ser prazeroso, mas é caminho de morte. Ele começa muito cedo, quando recebemos um troco errado e não vemos mal em ficar com ele. Quando encontramos algo e sabemos de quem é e mesmo assim dizemos a nós mesmos, achei é meu.
A violência psicológica consiste em um comportamento agressivo não-físico, que rejeita, deprecia ou desrespeita a vítima. É a mais silenciosa entre as formas de violência e não deixa marcas visíveis, por isso, é a mais difícil de ser descoberta e a menos comentada pela mídia, segundo a psicóloga e psicoterapeuta familiar Cláudia Moraes.
Conseqüências
Essa forma de violência tem muitas conseqüências na vida das vítimas, como problemas de ajustamento, agressividade e temperamento difícil, no caso das crianças, afirma a psicóloga Adriana Campos. Em adultos - de acordo com a diretora do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, Mônica de Melo - ansiedade, depressão, disfunções sexuais e transtornos de alimentação já foram relatados por especialistas.
Segundo Luciane, Elza e Sandra, por não deixar marcas físicas, a violência psicológica dificilmente é percebida. Os insultos, a humilhação e a desvalorização do indivíduo são alguns dos exemplos. A vergonha e o medo - o agressor, na meioria das vezes, faz ameaças - calam a vítima. Mas, uma vez que o caso seja descoberto, a pessoa agredida precisará de cuidado terapêutico e do apoio dos que estão mais próximos.

A violência tem uma origem, uma causa e uma conseqüência.
· Violência de natureza Física
· Violência de natureza Sexual
· Violência de natureza Psicológica
· Violência de natureza Fatal
· Violência enquanto Negligência
Causas
· A violência doméstica não possui apenas uma causa: ela é um fenômeno multicausal. Possui várias causas que, se somadas, podem desencadear comportamentos violentos.
· Uma sociedade cuja estrutura econômica social é excludente, discriminatória, que não respeita os direitos fundamentais, acaba por gerar outros fatores de risco como o desemprego, alcoolismo, não acesso à educação e à saúde, instabilidade profissional, falta de expectativas quanto ao futuro, etc.
· Estas causas, quando se juntam a fatores culturais como uma educação baseada na agressão, autoritarismo e na justificativa de que crianças e adolescentes são coisas, acabam por vitimizar aqueles que não podem se defender.
Conseqüências:
Segue algumas “pistas” para ajudar na observação:
· Queda do desempenho na escola
· Sono agitado e pesadelos
· Isolamento
· Gravidez precoce
· Apresentam queimaduras inexplicadas, mordidas, ossos quebrados, olho roxo
· Desconfiam dos adultos ou conversas em “segredo” com os outros
· Relutância em voltar para casa
· Fugas de casa
· Envolvimento com álcool e outras drogas
· Envolvimento com atos infracionais (crimes) ou prostituição
· Tentativas de suicídio, comportamentos de auto flagelação, corte e arranhadura, etc
· Conhecimento sexual inadequado para a idade
· Presença de infecções vaginal/anal/doenças sexualmente transmissíveis (DST)
· Masturbação excessiva
· Falta de apetite ou alimentação compulsiva
· Agressividade ou apatia
· Relacionamento complicado com colegas, amigos e professores, etc...
Texto extraído do Livro: Educação Preventiva Contra a Violência Doméstica em Crianças e Adolescentes. Autores: Maria Terezinha Barbosa Alves e Sônia Maria Villela Bueno

ÉTICA – Uma pequena reflexão...
O esboço do tema relacionado à ética, esboçado por Álvaro Valls, vem de forma clara mostrar quanta complexidade é encontrada para discorrer sobre o mesmo, mas não descarta a grande necessidade e ao mesmo tempo a obrigatoriedade da constante vivência e atualização, pois ele é evidente e se observado a fundo é quase impossível a sua definição. Trançado um paralelo de comparação, vê-se que em todos os lugares e culturas são pertinentes seus valores, crenças, costumes, modos de vida, e acima de tudo verifica-se as normas expostas – um poder maior que está acima de todos, conforme a época, eles vêm se modificando até mesmo pelas constantes mudanças sociais e tecnológicas criadas e organizadas pelo próprio homem; embora para cada “homem” as realidades venham contextualizar realidades diferentes – assim sendo, Ética é tudo aquilo que consideramos correto, que vivemos e defendemos e, tem como referencial o respeito ao outro, o que ele vive. Cada um deve pensar de certa forma em conviver e trocar experiências, participando ativamente do processo social envolvendo indivíduos de diferentes lugares. Ainda neste ponto de vista torna-se essencial ressaltar que a ética está em cada um, em todos os lugares e a todos os momentos. Se exige ética de todas as pessoas – concernentes ao modo de falar, como falar, quando falar.
Quando eu era criança
As crianças trabalhavam,
E hoje,
As crianças que trabalhavam
São adultos trabalhadores.
Para muitos,
As crianças não devem trabalhar.
Reparem
Aí está o X da questão
Porque o trabalho
Ajuda na formação do cidadão.
Hoje, a criança não deve trabalhar.
Mas vejam a juventude como está!
Dentro da minha santa ignorância,
Eu defendo o trabalho na infância.
Não estou me referindo
Ao trabalho escravo
Não!
Esse não!
Estou me referindo
Àquele que a nossa mãe pedia
Ao dono da padaria
Ao vizinho da oficina
Ao gerente do supermercado.
Mas hoje
Menor de idade trabalhar
É um absurdo e até pecado
Mas o resultado:
São jovens vadios e drogados.



